Família avivada caminha para Betel


O plano de Deus para Jacó incluía a sua família. Muitos líderes chamados por Deus para determinada missão contaram com o envolvimento da sua família, seja atuando lado a lado, orando, apoiando etc. Gênesis 35:1-4.

Quando Jacó saiu foragido da casa do seu pai, ele teve uma visão de uma escada na qual os anjos subiam e desciam. Naquele lugar ele fez um voto ao Senhor e colocou o seu nome de Betel (Gn 28:11-22). Porém, depois de longo período Jacó esqueceu do voto e então começaram a surgir as crises que teve de enfrentar, como ocorre com a maioria das pessoas.

O que provocou a crise na família de Jacó?

  1. O fato de Jacó esquecer do voto que havia feito. Veja o que diz Eclesiastes 5:4 – Assim, quando você fizer uma promessa a Deus, cumpra logo essa promessa. Ele não gosta de tolos; portanto, faça o que prometeu. Veja também, Deuteronômio 23:21.
  2. O fato de Jacó desobedecer a Deus, se estabelecendo em Siquém. Jacó parou no meio do caminho. Agora, ele precisava retornar ao lugar de origem e recomeçar sua caminhada patriarcal. Gênesis 31:13; 33:18-20. Permanecer em Siquém, causou uma grande crise que quase destruiu a sua família. Nesse local (Gênesis 34) a sua filha Diná foi abusada sexualmente e seus irmãos a vingaram matando os homens de Siquém. Fazer as coisas fora dos planos de Deus é correr o risco de perder suas promessas.
  3. Mais uma vez Deus lembra Jacó sobre o altar a ser construído em Betel. Gênesis 35:1. A Palavra de Deus continua falando as famílias sobre o que devemos fazer para que tudo vá bem na família.

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Deus sempre tem a direção certa para a família; se as pessoas andassem na direção de Deus, muitas crises familiares não existiriam. O capítulo 35 inicia assim: “Deus disse a Jacó: – Apronte-se, vá para Betel…”, Gênesis 35:1.  A ordem de subir a Betel demonstra que somente uma renovação espiritual ou avivamento seria capaz de tirar a família de Jacó da crise.

Jacó assume a liderança espiritual da sua família, reúne todos da sua casa, e aponta o caminho a seguir, Gênesis 35:2,3. O líder familiar não deve preocupar-se somente com a estrutura física e educacional de sua família, mas também com a estrutura espiritual.

A família avivada reconhece a autoridade de Deus e cadeia de comando no lar:

  1. A família de Jacó obedeceu, tirando os deuses estranhos, e juntos subiram a Betel. Um dos elementos para o avivamento no lar é a obediência. Eles foram prontos em obedecer, Gênesis 35:4a. Tudo que remetia a idolatria do passado em Padã-Arã e do presente em Siquém foi abandonado.
  2. Após sua família renunciar os ídolos, Jacó os enterrou, Gênesis 35:4b. O avivamento ocorreu quando todos os membros da família renunciaram a coisas íntimas e individuais que geravam idolatria. O poder de Deus fluirá, quando todos os membros da família se desprenderem das coisas que estão arraigadas na conduta, caráter, na mente e na própria natureza humana. Provérbios 25:4.
  3. A família de Jacó seguiu a direção dada por Deus e por isso se livraram dos seus inimigos – Gênesis 35:5. A família que anda na direção de Deus, pode contar com a sua proteção. Quando a família se mostra interessada pela casa de Deus, o olhar de Deus se volta para a mesma e a protege.

O líder da família deve ser obediente ao Senhor. Feliz aquele que procura se enquadrar dentro da obediência que Deus estabeleceu para a família: cônjuge, pais e filhos priorizando os princípios estabelecidos na Palavra de Deus, que resulta em bênçãos e vitorias sobre as adversidades. Gênesis 35:6,7.

Há pessoas que não conseguem entender, porque acontecem coisas desagradáveis na família, embora estejam adorando a Deus. Elas acham que determinados contratempos não poderiam acontecer na vida de um adorador. Talvez este pensamento a princípio tivesse atormentado a mente de Jacó quando ainda estava em Siquém, vejamos:

O capítulo 33 encerra dizendo que Jacó chegou a Siquém e levantou ali um altar e chamou-lhe, o Deus de Israel, Gênesis 33.20. O capítulo 34 inicia relatando o triste incidente ocorrido naquele lugar envolvendo seus filhos, Gênesis 34:1,2. Há pelo menos sete razões por que Deus permitiu aquele incidente:

  1. Jacó se esqueceu do voto que havia feito, Gênesis 28:20-22.
  2. Jacó não estava na direção de Deus, Gênesis 31:13.
  3. Jacó estava agindo de acordo com o seu próprio sentimento, ele edificou em Siquém um altar, procedeu como um religioso que age ao seu próprio modo.
  4. Jacó não adorou a Deus baseado no princípio divino, Gênesis 31:13.
  5. Jacó não baniu a idolatria na sua família, a sua omissão ao permitir que a sua família adorasse outros deuses foi o que provocou a crise, Salmos 16:4.
  6. Jacó sendo espiritual, não havia assumido a liderança espiritual, I Timóteo 5:8.
  7. Jacó até então não havia entendido que Deus só tem compromisso com pessoas que agem de acordo com os seus princípios, Gênesis 35:5
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